FELIZ NATAL

Conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos… IPe 1.20

O primeiro Natal foi comemorado pelos anjos e pelos homens. “E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem.” (Lc 2.13-14) O nascimento de Jesus Cristo foi uma maravilhosa notícia de grande alegria para toda a humanidade. Trouxe glória a Deus no céu e paz na terra entre os homens. Nem sempre esta mensagem é claramente publicada e entendida por todos. A mensagem divulgada pode ser outra, mas Natal não é Papai Noel nem ruas enfeitadas, embora seja isso que a gente vê com fartura. Natal não é comercio nem troca de presentes, embora seja isso que a gente pratica com fartura. Natal, isso sim, é a grande notícia de que nasceu Jesus, o Salvador do mundo. Natal é amor de Deus demonstrado a nós, não com palavras, mas com a maior de todas as ofertas, seu Filho Unigênito. Deus nos amou e nos deu tudo, pois deu-nos a si mesmo, deu-nos seu Filho.

Jesus é a figura central da eternidade, mas também da história da humanidade, que foi por ele dividida. Jesus não começou a existir na sua encarnação, pelo contrário, Ele não teve origem e não terá fim. Ele é o Pai da eternidade, conforme profecia de Isaías; desde os tempos eternos teve plena comunhão com o Pai e compartilhou de sua glória. Sempre foi um com o Pai e também sempre foi eterno com o Pai; possui os mesmos atributos e realiza as mesmas obras. Mas, para cumprir o propósito da redenção do homem, Jesus submeteu-se ao Pai esvaziando-se de sua glória; chegada a plenitude dos tempos, no Kairós de Deus, nasceu de uma mulher, nasceu sob a Lei, calçou a nossa sandália e nos trouxe a esperança da salvação; esperança de vida abundante e eterna.

Essa decisão do Pai não ocorreu no tempo que passa, no nosso tempo Kronos, mas sim na eternidade; essa decisão do Pai não se deu no decorrer da história, mas antes da fundação do mundo. A história de nossa redenção não começou no Éden, não começou depois da queda de nossos primeiros pais, mas na eternidade, quando nenhuma estrela brilhava ainda e o tempo não era ainda contado.

O amor de Deus por nós é eterno, é anterior ao estabelecimento do tempo, e existe no Kairós do Pai. Jesus é o presente de Deus a cada um de nós e nós todos somos presentes de Deus a Jesus. Ele nos foi prometido pelo Pai e nós fomos constituídos sua herança. Precisamos conhecer este maravilhoso e bom Deus e honrá-lo sempre; segundo o escritor James Bryan Smith, “a maior honra que podemos dar ao Pai é viver alegremente pelo conhecimento de seu amor”.

Senhor Deus, o seu amor por mim é incomparável! Quero louvar o seu nome, pois antes mesmo de eu dizer uma palavra ou praticar uma ação, o Senhor mesmo tomou a decisão de me amar. Em nome de Jesus. Amém

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